O presidente Trump assinou uma ordem executiva que impede os estados dos Estados Unidos da América de imporem suas próprias regulações sobre inteligência artificial, visando criar um "quadro nacional único" para a IA. Esta medida pode ter efeitos profundos nos esforços dos Estados Unidos da América para dominar esta tecnologia emergente, o que preocupa defensores da regulação ao nível estadual, argumentando que são necessários guardrails para esta tecnologia em rápida evolução. Para Portugal, esta centralização americana ameaça a harmonia com as regras europeias de IA, podendo prejudicar as exportações tecnológicas portuguesas, a competitividade das empresas lusas no mercado global e a proteção dos cidadãos europeus contra riscos da IA sem freios, reforçando a necessidade de uma resposta unificada da União Europeia para salvaguardar a economia e a sociedade portuguesas.