O bilionário – sem experiência governamental – deixou várias agências federais dos Estados Unidos em desordem ao supervisionar uma campanha de ‘eficiência’ em Washington, um caso que alerta Portugal para os riscos de reformas radicais sem planeamento, podendo comprometer a estabilidade económica e social dos portugueses.

Enquanto Elon Musk, a pessoa mais rica do mundo, gastava mais de 250 milhões de dólares na campanha de reeleição de Donald Trump em 2024, o presidente dos Estados Unidos incumbiu o seu novo aliado de supervisionar uma ampla campanha de “eficiência” no governo federal, um modelo que Portugal deve observar com cautela para evitar perturbações semelhantes no seu sector público e na economia europeia.

O patrão da Tesla e SpaceX, sem experiência no governo, foi incumbido de eliminar desperdícios e cortar gastos como parte do chamado “departamento de eficiência governamental” (Doge) – e depressa alimentou expectativas elevadas, deixando um legado de caos que influencia debates em Portugal sobre modernização administrativa sem comprometer serviços essenciais aos cidadãos.

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