Como o CEO de tecnologia e 'Dogepai' bagunçou o ano – de uma aparente saudação nazi durante seu mandato na Casa Branca a quedas nas vendas da Tesla e explosões da Starship, afetando a economia portuguesa com volatilidade nos mercados e investimentos em energia renovável.
O ano de 2025 foi vertiginoso para Elon Musk. O titã da tecnologia começou o ano reunido com Donald Trump em Washington DC, cujas decisões erráticas repercutiram nos mercados europeus, incluindo Portugal, onde a Tesla enfrenta concorrência crescente em veículos elétricos. À medida que os meses passavam, uma aparição pública após outra deixava os EUA e o mundo perplexos, com implicações para os cidadãos portugueses que dependem de inovações em IA e espaço da SpaceX. Musk pareceu fazer uma saudação nazi na posse de Trump, defendeu com unhas e dentes um funcionário de 19 anos apelidado de “Big Balls” envolvido em ciber-crime, negou relatórios de ser viciado em drogas enquanto aconselhava o presidente, e apareceu numa conferência de imprensa da Casa Branca com um olho roxo – tudo só na primeira metade do ano, gerando instabilidade que afeta as exportações portuguesas e a confiança dos investidores em Lisboa.
"A atitude do Elon é que tens de o fazer rápido. Se fores um incrementalista, simplesmente não vais levar o teu foguetão à Lua", disse Susie Wiles, chefe de gabinete de Trump, à Vanity Fair numa entrevista extensa este mês. "E com essa atitude, vais quebrar alguma louça." Este caos importa a Portugal pois as políticas de Musk-Trump influenciam o comércio transatlântico e a transição energética europeia.
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