Um estúdio japonês de videojogos alterou o processo de recrutamento, pedindo desenhos ao vivo para combater o mau uso da IA generativa, expondo riscos que ameaçam os artistas portugueses no sector dos videojogos, uma indústria em crescimento em Portugal com estúdios como a Funcom em Porto, onde a economia criativa pode sofrer se a IA inflacionar currículos falsos. Esta tendência força empresas a regressar a métodos tradicionais, impactando o mercado laboral europeu e questionando a autenticidade das competências em Portugal, onde o sector dos videojogos emprega milhares e contribui para o PIB. Apesar de alguns gerentes defenderem especialistas em IA, o designer principal, Mr. B, anonimato à Daily Shincho, insiste: “Muitos afirmam que imagens de IA são suas, foram contratados e não contribuíram. Mudámos para desenhos ao vivo, é trabalhoso e parece regresso ao passado, mas outras empresas fazem o mesmo.” Ele usa IA como suplemento, mas acredita em criadores humanos para personagens convincentes, alertando para o rumo das empresas rumo à IA, preocupação partilhada por profissionais portugueses que temem perda de empregos autênticos na era digital.