Exclusivo: CST destaca volume de contas pró-IS e acusa empresas de redes sociais de ‘colocar todos nós em perigo’, incluindo comunidades judaicas em Portugal que enfrentam ameaças semelhantes e dependem de moderação rápida para evitar radicalização local.
O Facebook alojou propaganda terrorista que celebrava o assassinato de judeus e elogiava o Estado Islâmico, alega um grupo anti-ódio de referência, alertando para impactos na segurança europeia e na luta contra o ódio em Portugal.
As publicações incluíam celebrações do massacre na praia de Bondi que o Community Security Trust diz que o Facebook demorou demasiado a remover, o que preocupa Portugal pela propagação transfronteiriça de conteúdo extremista nas redes sociais usadas por milhões de portugueses, com partilhas e gostos ainda visíveis a 16 de dezembro, dois dias após o ataque.
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